sábado, 22 de julho de 2017

América/RN vence o Ceilandia e joga pelo empate na volta pela Série C

América 1 – 0 Ceilandia
Data: sábado, 22/7
Competição: Série C
Estádio: Maria de Loudes Abadia
Cidade: Ceilandia/DF
Árbitro: Roger Goulart/RS
Gols: Jean Silva 31/2
América: Fred, Marcos Júnior, Dão, Paulão, Danilo, Sidnei, Jonathas, Guto (Richardson), Cascata (Guilherme), Tadeu e Uederson (Jean Silva). Treinador: Leandro Campos

Ceilandia: Artur, Dudu Lopes, Elivelto, Pedrão, Badhuga, Vitão (Edson Pacujá), Emerson Martins, Liel, Filipe Cirne (Carlos Henrique), Betinho e Dim (Lauro César). Treinador: Adelson de Almeida

domingo, 18 de junho de 2017

Movimento gay é desinformado e o repórter não sabe da história

“Em defesa do Estado laico e apoio ás ‘diretas já’, parada gay atrai multidão em SP.”

O título entre aspas é da reportagem do site Universo On Line (UOL) e reproduzida por um blog da capital potiguar.

No começo da manhã do sábado eu li uma nota de cinco ou sete linhas sobre o desfile da turma LGBT.

Em um primeiro momento não percebi. Entretanto, na madrugada deste domingo, ao ler outro texto detalhado algo me chamou a atenção: o lema.

- Independente de nossas crenças nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico. Eis o tema de protesto da parada 21 do elegebete.

Desde a Proclamação da República (15/11/1889), com a Constituição subseqüente, que a Igreja (na época a Católica Apostólica Romana a mais influente junto ao II Império ou regime monárquico) é separada do Estado.


O resto da reportagem é só discurso 'discutível'...

sábado, 17 de junho de 2017

Polemico ensaísta eleva escritores nordestinos ao panteão da ciência social

O polemico filosofo paulista Olavo de Carvalho, radicado nos Estados Unidos da América, em postagem na rede social Facebook, em pequeno comentário sobre a prática das ditas ciências sociais, cita, categoricamente, o vácuo deixado pelo pernambucano Gilberto Freyre e o norte-rio-grandense Luis da Câmara Cascudo.

O jornalista e professor Olavo de Carvalho, que há quase uma década reside no Estado da Virgínia (costa leste), é devastador, como se nota no que escreve, sendo crítico contumaz quanto ao esquerdismo nacional.

Eis o que afirma: Eric Voegelin lembra que Max Weber fixou de uma vez para sempre um requisito essencial para a prática das ciências sociais: ninguém tem o direito de pretender ser um cientista social se não tem suficiente conhecimento comparativo de várias civilizações, tanto do Ocidente como do Oriente, em diferentes épocas do seu desenvolvimento.


Nesse sentido, desde as mortes de Gilberto Freyre e Luís da Câmara Cascudo não existe NENHUM cientista social no meio acadêmico brasileiro.

terça-feira, 13 de junho de 2017

No nascimento e na morte só existe homem ou mulher

Você pode ser operado, tirar a rola e por uma orelha de porco. Você pode por uma tripa de bode na vagina.

Entretanto, biologicamente e anatomicamente, continuará sendo, pela fisiologia, do sexo masculino ou feminino.

O gênero é humano. E o sujeito gramatical: “a” e “o”. Não muda a composição dos cromossomos y (feminino) e x (masculino) da hélice do DNA (ácido desoxirribonucléico) da célula.

E na medicina criminalística legal, para identificar se um esqueleto, por exemplo, é de homem ou mulher se recorre a Ciência e a técnica.

A pélvis ou a bacia, aquele grande osso do corpo, é diferente no homem e na mulher. São as medidas desiguais que possibilitam a identificação.

Dizia o saudoso e competente perito criminal do Instituto Técnico-Científico (ITEP), major Paz Pinto, em linguagem compreensível para o curioso repórter: - No homem a bacia é mais estreita e na mulher mais larga (o que dá a condição para o parto natural).


Em condições normais de reprodução da espécie... Outras questões são meramente de comportamento, de viés ideológico, do cérebro de cada de cada um, pois cabeça de gente é terra que ninguém anda...

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Venezuela planeja controle da internet

O governo comunista da Venezuela ameaça e está prestes a concluir o que o Partido dos Trabalhadores não conseguiu no Brasil: censurar e controlar ao modo esquerdista a internet.
Resumo da notícia: “A Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel) local informa, nesta segunda-feira, que trabalha regulamento para eliminar o anonimato nas redes sociais. Uma equipe de investigação, com colaboração internacional, estaria estudando um mecanismo regulamentar.

Um funcionário considera que, por trás de cada conta ou perfil, deve haver uma pessoa autenticada, independentemente da plataforma utilizada, a quem possa ser atribuída a autoria dessa conta. “O anonimato não pode continuar nas redes sociais. A senhora pode dizer o que quiser, mas tem que ser responsável por isso e não pode fazê-lo anonimamente”, ressalta a fonte. Na sexta-feira uma delegação de estudantes de universidades entregou documento para que acabe a censura aos meios de comunicação e a perseguição que os jornalistas sofrem no país. Os estudantes alegaram que este organismo serve de “instrumento político para cercear a liberdade de expressão na Venezuela”.

domingo, 11 de junho de 2017

América/RN perde a primeira na Série D

O time vermelho e branco da capital potiguar não resistiu a pressão no pequeno estádio municipal “José Rocha”, na cidade de Jacobina, que dá nome ao clube azul e branco local.
O gol do “Jegue” da Chapada Diamantina, no oeste baiano, fronteira com Goiás, foi marcado pelo atacante Deon, aos 21 da etapa complementar. Público de 861 torcedores proporcionou a arrecadação de 15.060,00 reais.
O América continua na liderança da chave, com nove pontos conquistados nos três primeiros jogos da primeira fase. Em segundo Jacobina e Murici (seis).

O Rubro enfrenta o Sergipe, em casa, no próximo domingo. Encerra contra o alagoano Murici fora.

O império da lei na versão do ex-deputado federal e ex-vice-prefeito

Artigo publicado em Brasília, DF, no “Diário do Poder”
Por Ney Lopes de Souza
Propaga-se no país sentimento de revolta – estimulado pelos comentários da mídia –, em relação ao julgamento pelo TSE da impugnação da chapa Dilma – Temer.
As insinuações denunciam à nação, um sentimento de impunidade generalizada, em meio a espetáculo feérico televisivo, com luzes multicores, entronizando a ética e a moralidade pública, que passam a ser expostas e divulgadas à opinião pública, como valores desconhecidos pela decisão do plenário da Corte.
Tema dificílimo de ser abordado, em razão das emoções desenfreadas, que conspiram contra a racionalidade.
Há que ser destacado, por dever de justiça, o trabalho sério de todos os integrantes da Corte eleitoral, independente das convicções expostas.
Divergências são normais nos tribunais democráticos.
A ideia que transpira pós-julgamento é de que a roubalheira, as fraudes, a corrupção endêmica reveladas na Operação Lava Jato foram omitidos pela decisão de julgar improcedente a Ação de Impugnação dos mandatos Dilma-Temer .
Nada disso ocorreu.
Todos os transgressores apanhados pela Lava Jato estão sendo e continuarão a ser punidos pelos delitos praticados, independentemente do que o TSE decidiu na última sexta.
Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
O direito dispõe de normas e regras.
Elas podem até ser imperfeitas, porém sem elas a busca da justiça se torna impossível.
Outro aspecto: o direito vive de princípios, hoje aplicados à Dilma e Michel Temer, amanhã a alguém de um rincão distante no país.
Claro que esses princípios (chamados de jurisprudência) evoluem e mudam no tempo e no espaço.
Mas eles são a bussola dos juízes.
No caso concreto do TSE estamos falando de uma ação eleitoral, de origem constitucional, e não procedimento ordinário, cível, ou penal.
Um princípio, aplicado subsidiariamente ao processo eleitoral, e que o Juiz ao julgar limita-se à “causa de pedir”, ou seja, não pode ir além.
Em matéria eleitoral, essa regra se torna muito mais rígida, por tratar-se de cassar mandatos outorgados pelo povo, em nome da soberania.
Por isso, a Constituição de 1988 estabelece no seu art. 14, § 10, o prazo improrrogável de 15 dias, após a diplomação, para ajuizamento da impugnação e exposição na petição inicial das alegações de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude, com o fim específico de cassação do mandato.
Essa ação não se destina a punição de corruptos.
Essa ação tem por objetivo proteger a soberania popular, manifestada através do voto.
Existindo práticas de corrupção, os acusados serão denunciados e julgados com base no Código Penal e a legislação aplicável, como vem ocorrendo na Operação Lava Jato e outras.
Se por acaso, em dezembro de 2014, quando o PSDB propôs a ação contra Dilma-Temer, já existissem acusações com base em depoimentos da JBS, da Odebrecht, construtoras e acusados, desde que relacionados na petição inicial, todas seriam obrigatoriamente consideradas, no julgamento final.
Mas isso não aconteceu.
Assim sendo, o princípio vigente no direito eleitoral brasileiro, até hoje, é o de não ser possível o alargamento da causa de pedir, com a inserção de fatos novos, conhecidos depois do ajuizamento da ação.
Além do mais, um dado significativo para rejeição de novas denuncias nesse tipo de ação é que tais fatos tiveram origem em delações premiadas, portanto, acusações ainda dependentes de investigações e comprovações policiais e judiciais, ainda em andamento.
Aliás, durante o julgamento, o ministro relator Herman Benjamin a certa altura, quando houve referencia ao caso da JBS, afirmou: vamos esquecer essa JBS nesse processo, ela não faz parte desse processo, é um fantasma que está pairando aqui”.
É preciso propagar-se o entendimento, de que o último julgamento do TSE não significou o “juízo final”.
Foi apenas o entendimento, da maioria dos julgadores, de que, ao invés de inovar a jurisprudência (princípios), ela deveria ser mantida.
Talvez, o tumulto e protestos gerados na opinião pública sejam originários da permissão de divulgação ao vivo nas TVs, dos julgamentos de Cortes Superiores.
Nos Estados Unidos, por exemplo, isso não é permitido, mesmo com as polêmicas geradas.
Lá predomina o entendimento de que haveria o risco da opinião pública analisar e interpretar mal decisões tecnicamente corretas, causando desgaste para o judiciário.

No Brasil, ao contrário, esse julgamento do TSE demonstrou, que “cada cabeça é uma sentença”.